pois as sinto remexer,
intensas libélulas
a se fundir
e a se despreender.
Alimentam-se de lágrimas e risos.
E sempre crescem.
E a cada instante que vivo
mais então se expandem
e mais amadurecem.
Seu núcleo me pede pulsações
e quando me perco pelas emoções
ele se avoluma e me maltrata..
E chega a ser tão grande seu efeito
que rompe o peito e sangra
e se dilata.
Ah minhas células emotivas!
Quero-as em mim
coladas e cativas
fazendo-me viver intensamente.
Eu as batizo com o nome de "alma"
e as responsabilizo a viver eternamente
ainda quando o coração se acalma
e põe-se a dormir
irreversivelmente.

Oi Cidocs! Amei a poesia! super biológica!! hhihi Gostei também da sua foto!! Beijinhos da sua filhinha postiça!
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